sábado, janeiro 14, 2012
Nós estávamos conversando e eu te contei tudo o que sentia e logo após me surpreendi com uma pergunta sua: “Como você consegue pensar em tudo isso para me dizer?” e eu respondi o seguinte: “Eu não penso, apenas sinto e escrevo”. Esse pequeno trecho da nossa conversa me atormentou durante dias, e só agora eu percebi o porquê disso não ter saído da minha mente em momento algum, é porque é a verdade, as palavras que escrevo são um reflexo do que está em meu coração e em minha mente, eu escrevo meus pensamentos, meus sentimentos, e eu percebi também que nunca parei para pensar no que iria escrever, eu simplesmente abro um editor de texto, ou até mesmo pego uma folha em branco e começo a escrever, sem parar, eu escrevo coisas que eu estou sentindo, coisas que estou pensando. Passei anos tentando descobrir o que me levava a escrever, e agora por sua causa eu descobri que o que me leva a escrever é uma paixão interior, é uma decepção interior, é meus sentimentos que deixam crescer em mim a grande paixão por escrever, a grande paixão de transformar sentimentos em palavras. Durante três anos eu escrevi textos, mas nunca entendi porque amava tanto escrever, agora eu compreendo. Alguns textos eram confusos e eu não sabia o porquê, agora eu sei, esses textos eram confusos porque eu estava confusa, escrever sempre foi uma forma de desabafar, quando não se tem ninguém o melhor a se fazer é conversar com uma folha de papel ou com um teclado e uma tela.

1 comentários:

Nanda Oliveira disse...

Totalmente verdade. Também aprendi isso a pouco tempo. A muito pouco tempo. Hoje ando com um pequeno caderninho na bolsa. Pq as palavras são as minhas melhores amigas. E sem elas acabo enlouquecendo. Sempre busquei a formula dos bons textos. E os bons textos estão nas boas idéias. Idéias que formulamos quando sentimos. E por sentir, e por raciocinar nos faz grandes escritores.

Um beijo linda.

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Gabrielly
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. Calos Drummond de Andrade
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