terça-feira, janeiro 10, 2012
Um ano e sete meses, ual. O tempo passou tão rápido não é verdade? Eu me lembro como se fosse ontem, 10 de junho de 2010, você me pediu em namoro, ual, aquilo foi extremamente bom, em poucos dias, nós já estávamos apaixonados, e eu não nem como foi que isso aconteceu. Por um tempo tudo foi dando certo, mas chegou um momento em que você me magoou de uma forma terrível, você me destruiu. Depois disso, foram seis meses de muita dor, e você já havia desaparecido da minha vida, então eu me “conformei” em ter te perdido e resolvi seguir em frente com a minha vida, eu me lembro que sempre que possível eu conversava com os seus primos pra saber notícias de você, saber se estava bem, e em uma dessas conversas eu descobri que você tinha ido para Portugal, doeu novamente, agora você estava mais distante ainda de mim, mas foram dias depois do meu aniversário de 16 anos que você apareceu, me pediu desculpas, e mais uma vez me fez chorar, tudo bem, eu sou uma chorona mesmo, todos nós sabemos disso, e mais uma vez você sumiu. Depois disso se passaram muitos meses, muitos mesmo, tendo noticias de você só por causa dos seus primos, e agora a alguns dias você voltou, ah, eu chego arrepiar quando eu me lembro que eu te tenho perto de mim novamente, não como namorado, pelo menos, não ainda, mas eu te tenho perto de mim, pra conversar, rir, te xingar, e te amar. O tempo não destruiu nem um pouquinho do amor que sinto por você meu chatinho. E a nossa música, ela sempre me lembrará do quanto eu te amo, e do quanto nós dois já fomos felizes juntos. Não me importa mais a distancia, o que me importa é que eu possa conversar com você todos os dias, que eu possa te fazer rir com as minhas besteiras, o que me importa, é que eu possa te ver me chamando de fresca como você fazia um ano e sete meses atrás. Exatos um ano e sete meses. Obrigada por ter me trago de volta o meu sorriso e o meu coração. 

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Gabrielly
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. Calos Drummond de Andrade
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