sábado, dezembro 18, 2010
Uma chuva fina está caindo lá fora, os meus olhos já conseguem mais se manterem fechados, o despertar veio de uma forma totalmente inesperada. Pesadelos. Pesadelos. Pesadelos. Eu não gosto deles. Eles sempre me trazem lembranças ruins, eles sempre me trazem memórias de uns tempos em que tudo era feliz e se tornou um tormento com tantos pesadelos que se tornavam realidade.
Eu continuo aqui, tentando fechar os meus olhos, mas eles não me obedecem, eles parecem ter vida própria, eles não querem obedecer aos meus comandos. Porque?
Esses medos, eles já deveriam ter acabado, tudo aconteceu tem pouco mais de dois anos, não faz mais sentido continuar tendo todos esses medos, não. Eu sinto saudades de quando tudo era bem mais alegre, de quando tudo era tão lindo, tão feliz. Eu era uma criança tão linda, tão animada e tão cheia de sorrisos, mas depois de um tempo, ainda mesmo na minha infância as coisas começaram a se modificar, e tudo foi se tornando de um preto-branco indescritível que deixou o meu mundo totalmente estranho, e que apagou o meu sorriso, o meu bem mais precioso, que apagou a minha meiguice, que apagou parte do meu carisma, eles ficaram trancados dentro do meu coração, sempre lá, sabendo que eles não deveriam sair daquele lugar nunca mais. Eles ficaram com medo de serem maltratados assim como foram anos atrás. Mas agora. Agora eu os estou convencendo de sair, por anos eu os preparei para este reencontro com o mundo, e chegou a hora deles saírem de dentro de mim, chegou a hora de destrancar meu coração, de deixar a minha vida tão alegre quanto ela foi quando eu era criança.
Eu continuo aqui, tentando fechar os meus olhos, mas eles não me obedecem, eles parecem ter vida própria, eles não querem obedecer aos meus comandos. Porque?
Esses medos, eles já deveriam ter acabado, tudo aconteceu tem pouco mais de dois anos, não faz mais sentido continuar tendo todos esses medos, não. Eu sinto saudades de quando tudo era bem mais alegre, de quando tudo era tão lindo, tão feliz. Eu era uma criança tão linda, tão animada e tão cheia de sorrisos, mas depois de um tempo, ainda mesmo na minha infância as coisas começaram a se modificar, e tudo foi se tornando de um preto-branco indescritível que deixou o meu mundo totalmente estranho, e que apagou o meu sorriso, o meu bem mais precioso, que apagou a minha meiguice, que apagou parte do meu carisma, eles ficaram trancados dentro do meu coração, sempre lá, sabendo que eles não deveriam sair daquele lugar nunca mais. Eles ficaram com medo de serem maltratados assim como foram anos atrás. Mas agora. Agora eu os estou convencendo de sair, por anos eu os preparei para este reencontro com o mundo, e chegou a hora deles saírem de dentro de mim, chegou a hora de destrancar meu coração, de deixar a minha vida tão alegre quanto ela foi quando eu era criança.
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- Gabrielly
- A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. Calos Drummond de Andrade
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